Recordações viram material para novo trabalho de Vik Muniz

Um dos mais criativos e renomados artistas plásticos brasileiros, Vik Muniz usa os mais surpreendentes materiais para compor suas fotos –de açúcar, passando por chocolate, até diamantes.

Nessa seu último trabalho, ele usa as fotos e cartões postais comprados pelo mundo para fazer sua arte . Mais uma vez, uma aula de criatividade e inovação.

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Fonte:http://bit.ly/1mDTVHJ

Casa Mies van der Rohe

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Casa Mies van der Rohe 
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Casa projetada para o casal Lemke, hoje espaço destinado à arte moderna |
Arquiteto: Ludwig Mies van der Rohe |
Ano: 1932 – 1933 |

Em 1932, quando Mies van der Rohe era diretor da Bauhaus, foi convidado por Karl Lemke para projetar a nova residência do casal às margens do lago Obersee ao leste de Berlim. Karl Lemke, proprietário de uma gráfica que trabalhava para museus, instituições artísticas e artistas, optou por uma casa com um programa relativamente simples para os padrões burgueses da época: sala de estar, 1 quarto de dormir, uma sala para escritório, um quarto para sua esposa, 1 quarto de hóspedes, cozinha e área de serviço. Porém, Lemke, que se interessava por arte e arquitetura, desejava uma casa representativa onde pudesse receber seus clientes.
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Após vários croquis, Mies cria uma casa em 2 Ls que se encaixam. O quarto de dormir e a sala de estar estão separados por um amplo hall, cômodo central e expressivo da casa. Sua vedação para o exterior em esquadrias de vidro do chão ao teto, sugere a extensão do interior da casa para o jardim e vice e versa. O recuo desta parede de vidro em relação ao quarto de dormir reforça essa sensação de que o exterior se expande para o interior do hall. Esta pequena casa expõe a teoria de Mies van der Rohe da maximização da qualidade através da simplicidade. Esta foi a última casa construída por ele antes que, em 1938, emigrasse para o Estados Unidos. Mies desenhou também juntamente com Lilly Reich os móveis para o casal Lemke, que estão expostos no Kunstgewerbemuseum (museu de artes manuais) em Berlim

O casal Lemke viveu nesta casa até o ano de 1945, quando o exército Russo a requereu, pois essa região havia sido declarada como área de acesso restrito. A casa Lemke seria então usada como garagem e depósito. Dos anos 60 até a queda do muro em 89 ficou sob o domínio do serviço de segurança da Alemanha Oriental e servia como depósito de roupas, abrigo para funcionários ou cozinha. Neste período foram feitas muitas reformas que modificaram e danificaram o projeto original drasticamente. Em 1977 a casa Lemke entra para a lista de patrimônio histórico do bairro, mas apenas em 2000 – 2002 que, sendo adquirida pelo bairro Hohenschönhausen, foi restaurada e aberta à visitação pública como um espaço destinado à arte moderna.

Endereço
Oberseestraße 60
13053 Berlin
Tel: 0049 (0)30 – 970 006 18 |

Como chegar
Tram M5 (Bonde M5)  – parada Oberseestraße,
Tram M27  (Bonde M27)  – parada Buschallee/Suermondtstraße

Horário de funcionamento de terça a domingo: 11:00 às 17:00 horas

Entrada franca

Link
Casa Mies van der Rohe

Fonte
http://tinyurl.com/odvet9a

Uma casa de 31 containers

À primeira vista, parece uma casa normal. Muito bonita, inclusive. Mas, em poucos segundos, você observa uma característica diferente na arquitetura.  Acredite – essa casa foi construída a partir de 31 containers.

Todd Miller, da firma de arquitetura ZeilgerBuild, projetou três andares, 6.000 metros quadrados e um quintal com piscina. Tanto o interior como o exterior, como dá pra perceber nas imagens, são uma homenagem à natureza industrial dos materiais do edifício.

A fachada apresenta uma combinação de paredes de aço ondulado e arte de rua. O grafite abrange quase todo o lado da casa, como algo que você veria em um recipiente se estivesse atracado em um porto. Um ótimo trabalho de equilibrar elementos industriais da casa com madeiras quentes e reconfortantes.

Confira nas imagens:

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Todas as fotos © Todd Miller

Telhado Verde: Arquitetura em Prol do Meio Ambiente

O telhado verde é uma técnica usada na arquitetura sustentável que, através da impermeabilização e drenagem da cobertura dos edifícios, possibilita jardins suspensos nos centros urbanos. Ganhou uma crucial importância já que traz diversos benefícios, como:

– Criação de novas áreas verdes, principalmente em regiões de alta urbanização;
– Diminuição da poluição ambiental;
– Ampliação do conforto acústico no edifício que recebe o telhado verde;
– Melhorias nas condições térmicas internas do edifício;
– Aumento da umidade relativa do ar nas áreas próximas ao telhado verde;
– Melhora o aspecto visual, através do paisagismo, da edificação.

Desvantagens do telhado verde:

– Custo de implantação do sistema e sua devida manutenção;
– Caso o sistema não seja aplicado de forma correta, pode gerar infiltração de água e umidade dentro do edifício.

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fonte: http://tinyurl.com/baf2ldj / http://tinyurl.com/of3zn9w